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Rizicultores reclamam de água do carvão que invadiu granjas de arroz

Publicado em 24/01/2011 às 00:00 - Atualizado em 26/06/2014 às 10:23

Após as cheias da semana passada que inundaram casas e plantações, agora os rizicultores de Maracajá se deparam com outro inimigo: o pó de carvão.

Com o desassoreamento do Rio Sangão realizado em Criciúma, o resíduo no fundo se soltou e com o excesso de chuvas, a água trouxe todo este material para as granjas de arroz da comunidade de Sangão Madalena.

Segundo a presidente do sindicato Rural, Ivete Maria Fernandes, será feita uma reunião com o executivo e legislativo de Maracajá e Criciúma e entidades interessadas para que juntos encontrem uma solução para o problema.

O rizicultor Eloir Favarin Brina conta que plantação foi muito prejudicada pelo pó do carvão. “O arroz precisa respirar e com o pó nas folhas fica difícil, sem contar que toda a plantação ficou com aspecto amarelado, diferente do normal que é verde”, explica.

Para o diretor de Agricultura de Maracajá, Alacide Rocha, o prejuízo vai ser grande. “Nas áreas atingidas, que ficam próximas a estrada geral do Sangão Madalena, haverá uma redução de 50% na produção de arroz”, comenta.

 


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