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Prefeitos de Maracajá e Forquilhinha se reúnem para tratar sobre excesso de pó de carvão no Rio Sangão

Publicado em 04/02/2011 às 00:00 - Atualizado em 26/06/2014 às 10:23

O prefeito de Maracajá Wagner da Rosa, acompanhado do vice Everaldo Pereira e diretor de Agricultura Alacide Rocha e do agrônomo André Zandonadi estiveram no gabinete do prefeito de Forquilhinha, Vanderlei Alexandre, o Lei, para tratar sobre o desassoriamento do Rio Sangão, que passa pelos dois municípios.

Segundo o prefeito de Forquilhinha, o Ipat/Unesc informou que o desassoriamento não influência diretamente na enchente e nem na liberação da pirita de carvão que atingiu as lavouras de arroz, como a do rizicultor Eloir Favarin Brina, na localidade de Sangão Madalena, em Maracajá. Brina teve a maior parte de sua plantão prejudicada.

Segundo informou o prefeito Lei, os 180 mm de precipitação de chuva que caíram no dia 18 de janeiro (terça-feira) arrebentaram várias bacias de decantação de pirita nas minas, principalmente no município de Treviso, e isso justificaria a grande quantidade de pó de carvão na água da enchente. Porém, os produtores de arroz de Maracajá querem uma solução para o problema e o prefeito de Forquilhinha se prontificou a ajudar.

Ficou acordado que os dois prefeitos irão marcar uma audiência com o Ministro da Integração para encontrar uma solução para os dois municípios. “A solução seria realizar o desassoriamento do Rio Sangão até a altura do Rio Mãe Luzia”, comenta o prefeito Wagner. Até agora foi feito o desassoriamento de 7 quilômetros, mas faltam ainda 25 quilômetros do rio.

Outro ponto abordado na reunião foi quanto a fiscalização das mineradoras. Os dois prefeitos querem maior fiscalização da Fatma nas minas de carvão. A abertura da barra do Rio Araranguá foi outro ponto debatido. “Com a conclusão da barra haverá maior vazão da água do rio e isso vai amenizar as cheias em todas as cidades que margeiam o Sangão e o Mãe Luzia”, ressalta Wagner.

Em Maracajá as propriedades atingidas pelo pó de carvão terão metade da safra danificada, nas demais a chuva vai gerar um prejuízo de 30%.

    

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