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Plano Municipal de Saneamento Básico é debatido em Maracajá

Publicado em 29/09/2010 às 00:00 - Atualizado em 26/06/2014 às 10:23

Uma reunião para complementação de informações e discussões do andamento do Plano Municipal de Saneamento Básico, foi realizada na manhã desta quarta-feira, 29, no centro de convivência da 3ª idade, em Maracajá, com a presença do prefeito Wagner da Rosa.

A reunião teve como objetivo a exposição dos estudos desenvolvidos pela consultoria e complementação de informações fundamentais para o desenvolvimento dos trabalhos. Além disso, foi realizada a visita técnica no município.

O engenheiro agrícola, Ricardo Dalfarra, explica que este trabalho vai resultar no Plano de Saneamento de Maracajá, envolvendo água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e resíduos sólidos. "O objetivo é a universalização dos serviços num prazo de 25 anos", ressalta o engenheiro.

O plano é elaborado em cinco etapas: diagnóstico, prognóstico, planejamento das etapas de curto, médio e longo prazo. "Junto com a equipe será definida soluções viáveis dentro desse prazo para solucionar os problemas existentes", afirma Ricardo.

Já se passaram 10 meses desde o início da elaboração do plano, que tem prazo limite para ser finalizado até dezembro de 2012. "É tudo novo, já que em todos os municípios esta é a primeira vez que se elabora um plano de saneamento", comenta Ricardo.

A lei 11.445/2007 prevê a implantação do plano. "Não é um plano para guardar na gaveta, mas sim para pôr em prática, por isso a necessidade da participação da população, representantes de entidades", destaca. A engenheira civil Ane Eloísa Leone e a engenheira sanitarista Andressa Pereira também fazem parte da equipe que busca informações para elaborar o plano.

Esta foi a segunda reunião realizada no município, a primeira na administração de Wagner. "O plano é para apontar o que pode ser melhorado", reforça o prefeito.

Entre algumas sugestões levantadas está o investimento em esgoto. Existe um projeto de saneamento da localidade de Sangão Madalena, que está na Fatma, com cerca de 40 casas, para construção de tanques cépticos, filtro e sumidouro, a exemplo de uma cidade de Balneário Camboriú. "Seria uma alternativa para melhorar o saneamento no interior", lembra Wagner. 

Atualmente em Maracajá a maioria usa fossa, porém não funcionam bem e muitos ligam direto para rede fluvial, outros ainda possuem valas a céu aberto e muitos resíduos vão para as granjas. "Não é permitido, mas a população faz ilegalmente", diz o engenheiro civil da prefeitura, Evanio Macalossi.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e a empresa Concremat Engenharia e Tecnologia S/A estão realizando reuniões em todos os municípios catarinenses para conhecer de perto a realidade local.

Daqui 30 dias, em uma nova reunião, serão apresentadas soluções para os problemas levantados.


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