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Livro resgata memória da escola Manoel Gomes Baltazar, em Maracajá

Publicado em 18/11/2010 às 00:00 - Atualizado em 26/06/2014 às 10:23

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O livro intitulado “Memória escolar e campo religioso: identidade e imaginário católico na Escola de Educação Básica Manoel Gomes Baltazar em Maracajá – SC (1959-1976)”, de autoria de Lúcio Vânio Moraes, tem como objetivo analisar a presença do imaginário católico em uma escola pública do sul de Santa Catarina, no caso a Escola de Educação Básica Manoel Gomes Baltazar, em Maracajá, entre os anos de 1959 a 1976.

Segundo o autor, o livro é resultado da pesquisa de Programa de Pós-Graduação em Educação da UNESC, com a orientação do professor Dr. Gladir da Silva Cabral. “O livro irá apresentar facetas da história da educação em Maracajá que é composto por entrevistas com alguns estudantes e professores do educandário Manoel Gomes Baltazar no período estudado,  fotografias e documentos oficiais coletados nos arquivos da paróquia de Maracajá, Araranguá, Criciúma e  Tubarão, bem como no arquivo da escola de educação Básica Manoel Gomes Baltazar, Casa Lar São José, Câmara Municipal de Maracajá, arquivo do Centro Histórico Avetti Paladini Zilli e outros locais”, comenta Lúcio Vânio.

O Mestrado em Educação teve a duração de dois anos de pesquisa e a dissertação foi defendida por Lúcio Vânio Moraes em dezembro de 2008. Os professores doutores que participaram da banca de qualificação e da  defesa da dissertação foram Dr. Artur Cesar Isaia (UFSC) e Dr. Dorval do Nascimento. Esses componentes puderam contribuir para a boa qualidade da dissertação.

Para Lúcio Vânio, o livro está no processo de editoração na editora Insular de Florianópolis-SC. Para o autor a editora Insular é reconhecida pelo CNPq e por isso irá trazer dados significativos nessa publicação, com ótima divulgação da memória da cidade de Maracajá em todo o estado de Santa Catarina.

Os recursos para a publicação do livro estão sendo conquistados pelo próprio autor com ajuda de seus amigos, vereadores e comerciantes da cidade.  “Estou buscando ajuda com meus amigos que conhecem minha seriedade acadêmica e valorizam o meu trabalho”.

 Vale dizer que apresentando a proposta e a importância que possui o livro para a história de Maracajá o prefeito de Maracajá, Wagner da Rosa e o vice-prefeito, Everaldo João Pereira, contribuíram de forma particular com a publicação do livro. “A meu ver, o apoio dessas autoridades são fundamentais pois fortalece e incentiva a  cultura e prestigia os escritores local”.

a ideia do livro também foi apresentada para comerciantes da cidade. “Para minha alegria, a ideia foi acolhida pela maioria deles, que se manifestaram como colaboradores da publicação do livro”.

Devido os poucos recursos, acredita o autor que, a melhor forma para canalizar a publicação do livro é por meio da colaboração dos amigos, autoridades e comerciantes.

  

 

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