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Água baixa, mas rio ainda assusta maracajaenses

Publicado em 19/01/2011 às 00:00 - Atualizado em 26/06/2014 às 10:23

Nesta quarta-feira, 18, um dia após a enxurrada que invadiu cerca de 200 casas em Maracajá, a prefeitura trabalha para dar assistência às famílias atingidas. Em cinco horas choveu 170 milímetros, segundo a estação meteorológica de Criciúma, fato que nunca havia ocorrido na cidade.
O vice-prefeito em exercício, Everaldo João Pereira, decretou estado de emergência nesta quarta, 19, e está em constante contado com a Defesa Civil do Estado. "O major Márcio Luiz Alves esta nos dando orientações constantemente neste momento difícil que a cidade vem passando", afirma Everaldo.
Pereira visitou as áreas afetadas na tarde desta quarta-feira. "O que estiver ao alcance da administração será feito", fala.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Maracajá, Francisco Demétrio da Rocha, foi feito um levantamento na tarde desta quarta-feira, 19, e contabilizou-se 200 residências atingidas pelas águas, o que gera em torno de 600 pessoas.
Na tarde de quarta-feira, 19, a preocupação maior era o rio Mãe Luzia, que passa no centro de Maracajá. As águas do rio trancaram o acesso norte e parte da comunidade de Sangão Madalena está isolada.

Hora da limpeza
O nível da água baixou na maioria das casas e foi realizada a limpeza. A aposentada Maria de Lourdes Souza Rocha, mora há 33 anos na rua Flávio Manoel Rocha, na Vila Beatriz, e nunca havia acontecido isso. "Eu estava fazendo café e quando vi a água já estava tomando conta da casa", afirma.
Na maioria das casas da rua Flávio Manoel Rocha e rua João M. Borges entrou mais de um metro de água.
Na casa do casal que fabrica vasos, na entrada de Maracajá, a água também subiu mais de um metro. "Perdemos quase tudo. Não tem condições de voltar pra casa agora", conta Neoci da Silva.
Os moradores receberam kits de limpeza contendo cinco litros de água sanitária, um quilo de sabão em pó, detergente, vassoura e balde.
A prefeitura também vai doar 60 colchões às famílias carentes atingidas e cestas básicas.
Doações para os atingidos estão sendo recebidas na prefeitura e no Cras (Centro de Referência da Assistência Social).


Creche municipal também foi atingida
A creche que fica na Vila Beatriz ficou inundada com as chuvas de terça. Nesta quarta a equipe de limpeza esteve no local para organizar. A água atingiu uma altura de 50 cm.
Segundo a diretora Maria Helena Medeiros dos Santos, a creche ficará fechada nesta quinta e sexta, retornando as atividades normais na segunda, 24.


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