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#cidadania
Dúvidas sobre pavimentação mobiliza comunidade do Cedro

Publicado em 06/06/2019 às 16:57 - Atualizado em 06/06/2019 às 16:57

A disposição da administração municipal de Maracajá é asfaltar os cinco quilômetros, aproximadamente, entre o centro da cidade e a igreja católica da comunidade do Cedro. A informação foi prestada pelo prefeito Arlindo Rocha a uma comissão organizada pela Associação de Moradores do Cedro, em encontro realizado nesta quinta-feira (6), a pedido da entidade comunitária, no Gabinete do Prefeito.

A presidente da Associação de Moradores, Cristiane Masiero, explica que a pavimentação da rodovia de acesso àquela comunidade é a maior e mais antiga reivindicação das famílias e que o objetivo da audiência com o prefeito era esclarecer se haveria a pavimentação e, em caso de resposta positiva, até que ponto dos oito quilômetros entre o centro da cidade e os limites com Araranguá será asfaltado.

A dúvida cresceu após a sessão desta semana da Câmara de Vereadores, segundo ela, com comentários e possibilidades aventadas em plenário e nos corredores do poder legislativo. Segundo ela, a sua comunidade ficou com a sensação de intenção de alguns em reduzir o asfalto ao Cedro para pavimentar outras regiões da cidade. "Diante das dúvidas, decidimos falar diretamente com o prefeito e esclarecer tudo", enfatizou.

O prefeito Arlindo Rocha explicou que a administração municipal tem a decisão de asfaltar a rodovia de acesso à comunidade do Cedro até a igreja católica, mas salientou que esta decisão depende dos levantamentos de custos das obras que estão em fase final de projeto e orçamentos para pavimentar os acessos a Encruzo do Barro Vermelho, Espigão da Toca, Garajuva e Cedro.

"As previsões são muito otimistas; da forma como vamos administrar estas pavimentações, teremos um custo final que nos abre o horizonte para atender esta expectativa também dos moradores da comunidade do Cedro; pessoalmente poderia dizer que vamos, sim, asfaltar até a igreja, mas a prudência que exige o cargo de prefeito, me obriga a esperar pelos levantamentos técnicos que teremos concluídos em julho", disse Arlindo Rocha.